Na última segunda-feira, foi publicado no Jornal NH meu artigo sobre a transformação silenciosa, mas definitiva, que vivemos no varejo e na logística brasileira.
Hoje, galpões logísticos valem mais do que metragem: valem tempo. Eles deixaram de ser apenas infraestrutura para se tornarem peças estratégicas na resposta a um consumidor que exige rapidez, rastreabilidade e disponibilidade imediata. Essa corrida silenciosa revela muito mais do que expansão física — mostra cadeias produtivas se adaptando a uma nova lógica de conveniência.
